E como primeira vantagem da migração do blog para fora da plataforma da Apple, um post inteiramente feito pelo iPad.
A idéia deste BLOG nasceu da necessidade de armazenar idéias, links e conteúdos relevantes para que pudesse localizar e reaproveitar quando necessário. Daí o nome coletar. Esse conteúdo relevante tem haver com Home Office (ou teletrabalho), tecnologia e processos gerenciais.
domingo, 26 de junho de 2011
Abertura
Originalmente o conteúdo era armazenado no MobileMe (http://web.me.com/lg.campos/HomeOffice/blog/blog.html), que, como anunciado pela Apple (http://www.apple.com/mobileme/), será descontinuado.
Então o primeiro passo foi escolher o substituto, fiz uma pesquisa rápida para decidir entre Blogger e WordPress e encontrei referencias unanimidade quanto a simplicidade de uso desta plataforma.
Como não estava interessado em perder noites tentando descobrir como as coisas funcionam optei por este e parece que foi uma boa escolha. Criar um blog é muito simples. Cheguei a criar uma conta no Wordpress mas não consegui evoluir com a velocidade que queria.
Agora o segundo passo: copy-paste de todo o conteúdo antigo para este novo, sinalizarei o conteúdo migrado através da palavra (Antigo) no começo de cada novo post.
Então o primeiro passo foi escolher o substituto, fiz uma pesquisa rápida para decidir entre Blogger e WordPress e encontrei referencias unanimidade quanto a simplicidade de uso desta plataforma.
Como não estava interessado em perder noites tentando descobrir como as coisas funcionam optei por este e parece que foi uma boa escolha. Criar um blog é muito simples. Cheguei a criar uma conta no Wordpress mas não consegui evoluir com a velocidade que queria.
Agora o segundo passo: copy-paste de todo o conteúdo antigo para este novo, sinalizarei o conteúdo migrado através da palavra (Antigo) no começo de cada novo post.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
(Antigo) O Temos que desaprender...
A bitola das ferrovias - distância entre os 2 trilhos - dos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas.
Por que este número foi usado ?
Porque era esta a bitola das ferrovias inglesas e como as americanas foram construídas pelos ingleses, esta medida foi usada.
Por que os Ingleses usavam esta medida ?
Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças antes da ferrovias e utilizavam os mesmos ferramentais das carroças.
Por que as medidas de 4 pés e 8,5 polegadas para as carroças ?
Porque a distância entre as rodas das carroças deveria caber nas estradas antigas da Europa que tinham esta medida.
E por que tinham esta medida ?
Porque estas estradas foram abertas pelo antigo império romano quando de suas conquistas e estas medidas eram baseadas nas antigas bigas romanas.
E por que as medidas das bigas foram definidas assim ?
Porque foram feitas para acomodar 2 traseiros de cavalos !
Finalmente...
O ônibus espacial americano Shuttle utiliza 2 tanques de combustível - SRB - Solid Rocket Booster - que são fabricados pela Thiokol em Utah. Os engenheiros que os projetaram queriam fazê-lo mais largo, porém tinham a limitação dos túneis das ferrovias por onde eles seriam transportados que tinham suas medidas baseadas na bitola da linha.
Conclusão:
Um dos exemplos mais avançados da engenharia mundial em design e tecnologia é baseado no tamanho do traseiro do cavalo romano.
Fonte:
FGV On-Line
terça-feira, 10 de maio de 2011
(Antigo) O todo é maior do que a soma das partes
Imaginemos uma tapeçaria contemporânea. Ela comporta fios de linho, seda, algodão, lã de cores variadas. Para conhecê-la, seria interessante conhecer as leis e princípios relativos a cada uma dessa espécies de fio. Contudo, a soma dos conhecimentos sobre cada tipo de fio que compõe a tapeçaria é insuficiente para conhecer essa nova realidade que é o tecido - ou seja, as qualidades e propriedades dessa tessitura. É também incapaz de nos auxiliar no conhecimento de sua forma e configuração.
A primeira etapa da complexidade indica que conhecimentos simples não ajudam a conhecer as propriedades do conjunto. Trata-se de uma constatação banal, que no entanto tem conseqüências não banais: a tapeçaria é mais do que a soma dos fios que a constituem. O todo é mais do que a soma de suas partes.
A segunda etapa da complexidade revela que o fato de existir uma tapeçaria faz com que as qualidades desse ou daquele fio não possam, todas elas, expressar-se em sua plenitude, pois estão inibidas ou virtualizadas. Assim, o todo é menor do que a soma de suas partes.
A terceira etapa da complexidade é mais difícil de entender por nossa estrutura mental. Ela diz que o todo é ao mesmo tempo maior e menor do que a soma de suas partes.
Na tapeçaria os fios não estão dispostos ao acaso. Estão organizados em função da talagarça, isto é, de uma unidade sintética na qual cada parte contribui para o conjunto. A tapeçaria é um fenômeno que pode ser percebido e conhecido, mas não pode ser explicado por nenhum lei simples.
Fonte:
MORIN, Edgar. A complexidade e a empresa
quinta-feira, 28 de abril de 2011
(Antigo) Precursora do Home Office
Antes de qualquer um imaginar, conceituar, criar e etc... já havia uma profissão que praticava Home Office ao extremo...
quarta-feira, 27 de abril de 2011
(Antigo) Cuidado ao ser proativo
Imaginemos um estatístico que, com medo de viajar em um avião em que um terrorista levasse uma bomba, passou a levar uma ele mesmo. Como a probabilidade de que duas bombas fossem transportadas em um avião era infinitamente menor do que a de uma bomba só, ele passou a sentir-se seguro.
Sem dúvida, ser pró-ativo é uma necessidade. É essencial que se entenda que as antecipações aos problemas devem ser feitas em bases seguras, bem planejadas e fundamentadas em informações o mais precisas possível. Quem acha que já sabe o que vai acontecer cria uma barreira para a percepção dos fatos que realmente acontecerão. Vacina-se contra o aprendizado.
A visão instantânea, o foco exclusivo em um determinado fato ou momento prejudica o entendimento das condições e antecedentes que determinam sua ocorrência. No momento em que fotografamos o instantâneo de um evento, não temos a exata consciência de seus antecedentes. Se não procurarmos conhecê-los, nossa tendência é, quase sempre, a de inferir o que não sabemos e julgar pelo que modelamos.
A fixação em eventos nos leva a simplificar as questões e a fechar ideias, atuando como uma forte barreira à aceitação de ideias novas relacionadas com a essência real dos fatos. Com isso, o aprendizado deixa de acontecer. A rapidez da resposta às mudanças depende da capacidade de assimilação da informação, do aprendizado e do preparo para a percepção clara das alterações ocorridas no contexto em que está inserida uma organização.
Fonte:
FGV Online
domingo, 24 de abril de 2011
(Antigo) Michael Porter - Entrevista s/ Estratégia
Compartilhando link para um video com um pequeno trecho de uma entrevista muito interessante com o principal nome da atualidade sobre estratégia empresarial:
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